Cultura: Monique Kessous participará pela primeira vez do Carnaval do Recife

Monique Kessous foto Yuri Sardenberg 583amqA carioca é uma das convidadas de Nena Queiroga a compor o time de vozes que abrilhantará a festa pernambucana

Na iminência de completar 10 anos de carreira, Monique Kessous se prepara para estreitar ainda mais os laços com o povo recifense neste carnaval, em que participará dos principais blocos da cidade.  
A cantora, compositora e instrumentista carioca é reconhecida como uma das grandes vozes da sua geração e uma das artistas mais relevantes da cena musical contemporânea brasileira. E traz desde o início da sua carreira uma forte conexão com a música pernambucana e nordestina, gravou no seu primeiro disco, um frevo de sua autoria chamado “Frevo meio envergonhado”, que posteriormente foi regravado por Elba Ramalho e intitulou seu 31 álbum, “Vambora lá dançar”.
Neste ano(2018), a artista completa dez anos de carreira e celebra sua obra e trajetória: três álbuns autorais lançados – Com Essa Cor (2008), Monique Kessous (2010) e Dentro de mim cabe o mundo (2016), hits de sua autoria nas principais rádios do país, 6 músicas em trilhas sonoras de novelas da TV Globo, prêmios como o Prêmio Multishow de Artista Revelação e mais de 30 músicas próprias gravadas. A artista já rodou o país com seu trabalho e estabeleceu diversas parcerias musicais pela estrada. Dividiu o palco e gravou com grandes artistas do Brasil e do mundo, como Ney Matogrosso, Fagner, Elba Ramalho, Moska, Chico César, Daniel Jobim, Ed Motta, Roberto Menescal, Jota Quest, Hyldon, Idan Raichel, Mamadou Diabaté, Jesse Harris, entre outros. Monique é uma das mulheres da nova geração a conquistar seu espaço. Faz sentir, pensar, cantar junto e sua obra já é uma referência de qualidade dentro da música popular brasileira .
Além do seu frevo, Monique cantará “Bloco do prazer” de Moraes Moreira e Fausto Nilo, também já gravada por ela, e frevos célebres como “Sabe lá o que é isso”(João Santiago dos Reis), “Chuva, suor e cerveja” (Caetano Veloso), “Banho de cheiro”(de Carlos Fernando, gravada por Elba Ramalho), além de clássicos de Alceu, como “Anunciação”(em pout pourri ijexá com a sua “Levo a minha vida assim”) e “Morena Tropicana”. Para entoar junto à multidão, a cantora reservou ainda, a sua inédita “Viada”, que manifesta indignação sobre a Cura Gay e promete evocar coros animados.
Na agenda: Queirogada, Galo da Madrugada com Nena Queiroga, Festival Rec Beat com Romero Ferro, Bloco Frevo Mulher com cantoras de diversos estados do Brasil, Baile Frevo Roots com Camila, e Orquestrão de encerramento com Spok Frevo e Nena Queiroga.

 

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