Saúde:Entenda como o azeite pode reduzir o risco de doenças cardiovasculares

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As doenças cardiovasculares, como o infarto do coração e o acidente vascular cerebral, são a principal causa de morte no Brasil. O desenvolvimento destas doenças costuma estar associado a obstrução das artérias por placas de ateroma, que surgem por uma associação entre fatores genéticos e hábitos de vida inadequados. Para prevenir as doenças cardiovasculares é fundamental investir em hábitos de vida como manter uma alimentação saudável, praticar atividade física regular, evitar o cigarro, limitar a ingestão de álcool, e tentar minimizar o stress. Além disso, é importante fazer avaliação médica regularmente para diagnosticar e tratar doenças como obesidade, diabetes, hipertensão arterial e problemas de colesterol quando presentes.

É comprovado que alguns alimentos são grandes aliados no combate às doenças cardiovasculares. Uma simples troca no dia a dia pode prolongar e melhorar a qualidade de vida. Pesquisas comprovam que o azeite de oliva extra-virgem é um desses grandes aliados. Segundo a médica endocrinologista Ana Flávia Torquato, do ponto de vista químico o azeite é composto predominantemente por ácidos graxos monoinsaturados, além de conter substâncias com propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes. Se comporta, portanto, como uma “gordura saudável”.

Ana Flávia Torquato destaca que o consumo regular do azeite promove a redução da pressão arterial, melhora o perfil de colesterol, tem ação anti-aterogênica e reduz as taxas de infarto do coração e acidente vascular cerebral. Segundo a médica, além das doenças cardiovasculares, existem também evidências de que o consumo do azeite de oliva pode reduzir o risco de diversas outras doenças como o câncer de mama, diabetes e Alzheimer.

Ana Flávia explica que o azeite de oliva “Virgem” é extraído mecanicamente da azeitona madura e não é refinado, contendo uma série de substâncias benéficas para a saúde. O tipo “Extravirgem” é extraído de maneira semelhante, mas possui um óleo de melhor qualidade, sabor mais intenso e acidez mais baixa (<1%), sendo o tipo mais indicado para consumo.

Quando se trata do aquecimento da substância, Ana Flávia esclarece que: “De uma maneira geral, quando os óleos são aquecidos eles podem sofrer mudanças estruturais e liberar substâncias nocivas à saúde. No entanto, várias pesquisas mostraram que o azeite de oliva é um óleo estável e que pouco muda suas propriedades durante o aquecimento, o que o torna uma boa opção de óleo no preparo de alimentos que vão ao fogo”.

A endocrinologista ainda orienta a inclusão do azeite na alimentação, em quantidades moderadas e em conjunto com uma dieta equilibrada e adequada às necessidades e objetivos de cada um: “Esse conjunto de cuidados pode melhorar a saúde como um todo”.

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