Cinema: INGRESSO PARA O PARAÍSO

Acaba de chegar aos cinemas de todo o Brasil “Ingresso para o paraíso”, com George Clooney e Julia Roberts, vencedores do Oscar, que voltam à telona como um casal divorciado reunido novamente graças a uma missão em comum. Eles querem impedir sua filha, completamente apaixonada, de cometer o mesmo erro deles no passado – se casar. Ingresso para o Paraíso é uma comédia romântica sobre a doce surpresa das segundas chances, com produção da Working Title, Smokehouse Pictures e Red Om Films.

Dirigido por Ol Parker (Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!), roteirista de O Exótico Hotel Marigold, coautor do roteiro em parceria com Daniel Pipski, Ingresso para o Paraíso tem produção de Tim Bevan (O Destino de uma Nação, A Garota Dinamarquesa) e Eric Fellner (A Teoria de Tudo, Os Miseráveis), pela Working Title; Sarah Harvey (O Exótico Hotel Marigold, coprodutora de Na Mira do Chefe), Deborah Balderstone (Palm Beach, 12 Horas), George Clooney e Grant Heslov (Argo, O Céu da Meia-Noite), pela Smokehouse Pictures; e Julia Roberts, Lisa Roberts Gillan e Marisa Yeres Gill (coprodutoras executivas da série Homecoming), pela Red Om Films.

Ingresso para o Paraíso foi filmado em Queensland, na Austrália, e contou com incentivos do governo federal australiano e da agência de cinema Screen Queensland, por meio do programa Estratégia de Incentivo à Produção.

Crítica

Ingresso para o Paraíso é uma comédia romântica simples e bastante objetiva na sua proposta: falar sobre segundas chances através do carisma de Clooney e Roberts. Aliás, um filme com essa dupla dificilmente não fará sucesso! A forma como o romance se apresenta tem uma pegada anos 90, a novidades é que desta vez se passa em Bali, apesar de ter sido filmado em Queensland, na Austrália. O que deixou a fotografia igualmente linda, como se os personagens estivessem em Bali. Outro ponto positivo, foi a boa representação da cultura local, que nos deu a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre os ritos de casamentos, tradições, deuses locais e economia local.

A história é bem desenvolvida, sem atropelos, onde o ex-casal ganha destaque na hora certa. E conseguem convencer que se odeiam, com uma troca de ofensas divertidas e ácidas, ofuscando completamente outros personagens. Com a química incrível de Clooney e Roberts, não dava pra esperar outra coisa.

Como já falei esta é uma trama simples, sem grandes reviravoltas ou fortes emoções, mas mesmo assim deliciosa de assistir! Uma produção despretensiosa e nostálgica, que vai agradar bastante aos fãs de comédias românticas e, principalmente, de George Clooney e Julia Roberts. Você certamente vai se divertir!

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