Evento: Lançamento da CBG destaca a importância da governança no desenvolvimento do trabalho de gestão

A Companhia Brasileira de Governança – CBG reuniu na última terça-feira, 24, empresários, gestores públicos, familiares, amigos e artesãos para o evento de lançamento da empresa à nível nacional. Na ocasião, personalidades da área da governança participaram do debate de forma presencial e também online. O evento proporcionou um diálogo sobre a importância da governança em instituições públicas, assim também, como o papel da administração pública eficiente dentro do contexto social, ambiental e cultural.

O Diretor Presidente da CBG, Paulo Alves, explicou que a gestão pública não funciona efetivamente sem planejamento estratégico e gerenciamento de riscos. O diretor parafraseou usando uma fala conhecida de “Alice no País das Maravilhas”: pra quem não sabe aonde quer chegar, qualquer caminho serve. “Isso reflete também na gestão pública! Quem não sabe aonde quer chegar vive regido pela urgência, emergência, não tem uma gestão ativa, nem uma gestão reativa e isso não pode acontecer. Por isso, uma das ferramentas fundamentais da nossa entrega é o planejamento estratégico, juntamente com o gerenciamento dos riscos que possam comprometer o alcance dos objetivos desejados”, completou Paulo.

Se você não tem missão, visão, valores, se não tem um plano de ação, como pode existir um plano de contratação? Esse foi o questionamento do Diretor de Relações Institucionais e Expansão de Negócios, Renato Monteiro, durante sua apresentação. A importância de desenvolver um trabalho na administração pública pautado na missão, valores e visão de uma instituição, como também nas demandas de todos os servidores públicos, não só de prefeitos e secretários, por exemplo. O planejamento deve ser desenvolvido a partir da necessidade e concordância de todo um conjunto, obedecendo a construção de todas as estruturas e o diálogo com todas as pessoas. Só a partir daí, é possível visualizar um plano de contratação anual.

“Sem uma construção racional desde o início de um projeto, não será possível realizar um plano de contratação minimamente executável ou com condições de fazer entregas à população. Importante destacar ainda, o reposicionamento da administração de uma gestão para a outra, onde não há a necessidade de começar todo esse trabalho novamente. A governança é sem dúvida uma forma de realizar as entregas políticas”, afirmou Renato.

Práticas ESG e seus desafios também foi um assunto debatido no encontro da CBG. A Diretora Executiva Cleane Ramos explicou como essas práticas estão diretamente ligadas à administração pública. “À medida que a instituição entrega seus resultados, engaja a sociedade e servidores, desenvolve a população e mostra integridade dentro da sua proposta, ela está dentro dos pilares sociais, ambientais, fundamentais nos dias atuais para promover um mundo melhor. Adotar práticas ESG é entregar uma proposta de valor e proporcionar um mundo mais justo com diversidade, integridade e contribuindo para um mundo melhor pautado em questões ambientais para as gerações”.

Cleane ainda enalteceu a presença dos artesãos que estavam com seus produtos expostos e reforçou que a exposição daqueles projetos sociais no evento de lançamento da CBG, é uma forma de mostrar também o papel da empresa dentro da sociedade. “Como gestores, temos a obrigação de desenvolver, dar acesso, oportunizar. Daí também a importância das parcerias, seja no setor público, no privado ou no terceiro setor”, concluiu.

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