Sustentabilidade: Cerbras reduz desperdício de alimentos em 50% e evita o envio de mais de 13 toneladas de resíduos orgânicos para aterros por ano

Indústria cearense se destaca no setor fabril ao integrar planejamento operacional no refeitório, compostagem e educação ambiental à sua pauta ESG


Em alusão ao Dia Internacional de Conscientização sobre Perda e Desperdício de Alimentos, celebrado no último dia 29, em setembro, a Cerbras apresentou os resultados consolidados da sua gestão sustentável no refeitório corporativo. Aliando eficiência operacional e responsabilidade socioambiental, a companhia registrou uma redução de 50% no desperdício de alimentos, o que equivale a 50 kg por dia evitado e cerca de 13,2 toneladas de resíduos orgânicos a menos direcionados aos aterros sanitários a cada 12 meses.

A conquista é fruto de um rigoroso modelo de planejamento e controle de produção alimentar. A operação do refeitório baseia-se em quatro pilares principais: previsão de demanda (com base no histórico e número de comensais), registro de produção (que compara o volume planejado com o consumido para erradicar sobras limpas), mapa de produção (com receitas padronizadas per capita) e controle de estoque focado no acompanhamento de validade e giro de insumos.

Além de atuar no planejamento industrial da cozinha, a Cerbras estende a conscientização ao comportamento individual dos colaboradores por meio de campanhas contínuas no refeitório, como a “Prato Consciente”, que incentiva a montagem do prato na medida exata da fome, permitindo repetições se necessário, e a campanha de “Aproveitamento Integral dos Alimentos”, que ensina receitas com o uso completo dos ingredientes.

Ticiana Mota, vice-presidente ambiental da Cerbras, reforça que sustentabilidade e grande escala industrial são plenamente compatíveis no ecossistema de negócios do estado. A empresa entende que crescimento industrial e responsabilidade ambiental são complementares. Quanto maior a escala de uma operação, maior também deve ser o compromisso com o uso eficiente dos recursos. 

“Na prática, atuamos desde a origem do problema. Mas a principal boa prática que compartilhamos com o mercado é justamente esta: a sustentabilidade não deve entrar apenas no fim do processo, como uma solução para o descarte. Ela precisa fazer parte do planejamento, da operação e da cultura das pessoas. Quando a sustentabilidade passa a ser tratada como parte da gestão, ela deixa de ser apenas um compromisso ambiental e se transforma também em eficiência para o negócio”, reforça Ticiana.

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